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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Carnaval em Acopiara: O povo decidiu e o dinheiro será investido na reforma do Hospital Geral

O prefeito Dr. Vilmar, reuniu na noite de hoje (25) no Centro Social Paroquial de Acopiara todos os segmentos representativos do município, vereadores, servidores públicos, juventude e a população em geral para que juntos decidissem sobre a realização ou não do Carnafest Acopiara 2016. 
Pela primeira vez na história um prefeito da Terra do Lavrador reuniu tanta gente para tomar este tipo de decisão. "Não é novidade para ninguém que o município de Acopiara e os demais municípios brasileiros passam por uma crise financeira muito grande e algumas prioridades precisam ser levadas em consideração. O carnaval de Acopiara é um evento tradicional, por isso quero dividir a responsabilidade com vocês de fazer ou não o evento", lembrou o prefeito. 
Após fazer as explanações, o prefeito Dr. Vilmar, indagou o público presente:"Qual o mais importante? Realizar o Carnaval ou empregar os recursos desta festa na reforma e reabertura do Hospital Geral Suzana Gurgel do Vale? 
A resposta foi imediata e por unanimidade: "reforma e a reabertura do hospital", gritou o povão sob uma interminável salva de palmas. 
O prefeito Dr. Vilmar disse para a reportagem do blog que ficou extremamente feliz com a decisão e foi taxativo ao afirmar. "Outros carnavais virão e vamos realizar se Deus quiser com a força do povo. Aqui está mais do que provado que a nossa administração e o povo bom desta terra respeitam os recursos públicos", lembrou emocionado o doutor do povo. 
O evento foi encerrado com o prefeito Dr. Vilmar convidando a população acopiarense para a solenidade de inauguração do novo CDI - Centro de Desenvolvimento Infantil Miguel Galdino de Oliveira, nesta terça-feira, a partir das 19 horas, próximo ao Arco da Santa.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

MPF ajuíza ação de Improbidade Administrativa contra ex-prefeito de Acopiara e ex-secretária da Educação

8/10/2015 18:29 - Decisão. Usuário: LIV PROCESSO N°. 0000587-81.2014.4.05.8107 CLASSE: 2 - AÇÃO CIVIL PÚBLICA DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA AUTOR: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL RÉU: ANTONIO ALMEIDA NETO E OUTRO 

DECISÃO 

1. Relatório 

Trata-se de Ação de Improbidade Administrativa ajuizada pelo MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL contra ANTONIO ALMEIDA NETO e MARIA SILVANA NEVES DE LIMA AZEVEDO, devidamente qualificados nos autos, tendo em vista suposta tredestinação de recursos federais do FUNDEB destinados ao Município de Acopiara/CE, transferências estas realizadas dias 06 e 31 de dezembro de 2012, respectivamente nos valores de R$ 172.500,00 e 171.000,00. O MPF afirma que os réus praticaram atos de improbidade administrativa quando do depósito dos recursos provenientes do ente federal, feito em conta não específica para essa finalidade, em desacordo com expressa previsão legislativa, bem como no momento em que tais recursos foram utilizados com finalidade diversa, qual seja, o pagamento de serviços de publicidade e não o fomento à educação local. Outrossim, o parquet tipifica tais condutas no art. 10, IX e XI c/c art. 11, I da Lei 8.429/92 - LIA, e, ao final, requer a condenação dos acusados às sanções previstas no art. 12 I, II e III do mesmo diploma legal. Notificados nos termos do art. 17, §7º, da LIA, os requeridos apresentaram manifestações preliminares. MARIA SILVANA NEVES DE LIMA AZEVEDO (fls. 25/41) aduziu preliminar de ilegitimidade passiva e, no mérito, a inexistência de atos de improbidade administrativa, a ausência de dolo ou culpa, bem como a inocorrência de prejuízo ao erário. Por sua vez, ANTONIO ALMEIDA NETO (fls.44/78) levantou preliminares de ilegitimidade passiva e falta de interesse de agir; no mérito, sustentou a inexistência de atos de improbidade administrativa, a ausência de dolo ou culpa, bem como a inocorrência de prejuízo ao erário. Vieram-me os autos conclusos. É o relatório. Decido. 

2. Fundamentação 

2.1. Da preliminar de ilegitimidade passiva da ex-Secretária. 

Sustenta a requerida ser parte ilegítima para figurar na presente ação, vez que não teria feito nominalmente qualquer transferência ou operação bancárias com sua senha de acesso ao Banco do Brasil, conforme se observa nos extratos de fls. 14/16. Afasto a preliminar suscitada, senão vejamos. Ainda que a ré não tenha pessoalmente feito qualquer movimentação bancária, aplicando recursos públicos em finalidade diversa da pretendida, houve no mínimo, pelo menos em tese, uma conduta culposa da sua parte. Como Secretária Municipal de Educação de Acopiara/CE há época, a requerida tinha o dever hierárquico de fiscalizar seus subordinados e de supervisionar a correta aplicação dos recursos destinados à sua pasta, sob pena de se configurar error in eligendo ou in vigilando. 

2.2. Da preliminar de ilegitimidade passiva do ex-Prefeito. 

Defende o réu ser parte ilegítima para figurar na presente ação, vez que não seria ordenador de despesa e, por adotar o modelo de gestão descentralizada na Prefeitura de Acopiara, a responsabilidade por eventual ato de improbidade na gestão dos recursos repassados pelo contrato ora em debate seria apenas do respectivo secretário, tudo em conformidade com a Lei Municipal nº 1.524/09. Essa preliminar também não merece prosperar. Com efeito, não obstante a citada lei municipal estabeleça ser do respectivo secretário a responsabilidade por toda a gestão dos recursos recebidos pela sua pasta e estabeleça que cada secretário será o ordenador de despesas dos respectivos recursos, não pode, por si só, eximir de responsabilidade o prefeito. Ademais, ainda que o prefeito tenha efetivamente delegado as atribuições ao respectivo secretário, essa circunstância não elide sua responsabilidade pela má aplicação dos recursos públicos, na medida em que é responsável pelos atos de seus delegatários, livremente escolhidos por ele, na qualidade de Chefe do Poder Executivo e da Administração Pública municipal. O prefeito não pode simplesmente se eximir de suas atribuições e responsabilidades, delegando-as a outros agentes públicos. No mesmo sentido é a seguinte decisão do TRF5: ADMINISTRATIVO. IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. PREFEITO. DELEGAÇÃO. DE PODERES PARA SECRETÁRIO. RESPONSABILIDADE DO PREFEITO. LEGITIMIDADE PASSIVA. PLANO DE TRABALHO. MODIFICAÇÃO DO OBJETO DO CONVÊNIO. FALTA DE AUTORIZAÇÃO. DESVIO DA VERBA. RESSARCIMENTO. CABIMENTO. IMPROVIMENTO DO RECURSO. 

1. O Prefeito, como chefe do executivo municipal, é quem autoriza e ordena a realização das despesas públicas, razão pela qual, na condição de gestor, responde pelas destinações dos recursos oriundos de convênio celebrado entre o Município e a Fundação Nacional de Saúde, não se eximindo dessa responsabilidade com a eventual delegação de poderes ao Secretário Municipal de Saúde para a ordenação de despesas, mesmo que realizado por ato jurídico-normativo, pois, para todos os efeitos, continua o gestor municipal responsável pela correta destinação das verbas públicas. 

2. Na delegação de competência para a realização de um ato administrativo, aquele que delega continua responsável pelo ato, caso aquele que recebeu a delegação não cumpra com o objeto da delegação dentro dos limites intransponíveis da legalidade, até porque, se assim não fosse, a delegação serviria de escudo para que os Prefeitos ficassem impunes em relação às irregularidades praticadas durante a sua gestão sob a sua orientação ou aquiescência. 

3. Mesmo que se considere a necessária descentralização na Administração Pública, visando a uma melhor prestação dos serviços públicos, as atividades do Poder Executivo são de responsabilidade do Prefeito, direta ou indiretamente, seja pelo desempenho de suas funções, seja pela responsabilidade na indicação e no dever de direção ou supervisão de seus subordinados, inclusive de seus secretários municipais, ou seja, in eligendo e in vigilando. 

4. Constitui ato ímprobo a aplicação de verba pública em desacordo com o objeto conveniado e previsto no Plano de Trabalho Aprovado (PTA) relativo ao convênio firmado entre o Município e a fundação pública, máxime quando não resta demonstrado nos autos que houve aprovação do Ministério da Saúde para a modificação do objeto do convênio. Precedente: TRF1, Terceira Turma, AC 200633070004510, DJ 8/7/2011. 

5. A verba pública aplicada em desacordo com o Plano de Trabalho Aprovado (PTA), mesmo que em favor do ente público, deve ser ressarcida, sob pena de impossibilidade de se atingir a finalidade do convênio e a necessidade da população. Precedente: TRF5, Primeira Turma, AC 462809, relator Desembargador Federal Frederico Pinto de Azevedo, DJE 22/10/2010. 

6. Improvimento do recurso. (PROCESSO: 200581000159663, AC544285/CE, RELATOR: DESEMBARGADOR FEDERAL WALTER NUNES DA SILVA JÚNIOR (CONVOCADO), Segunda Turma, JULGAMENTO: 14/08/2012, PUBLICAÇÃO: DJE 16/08/2012 - Página 355) (grifou-se) 

2.3. Da preliminar de falta de interesse de agir 

Alega o réu a falta de interesse de agir pois, segundo ele, não haveria qualquer resultado útil a ser extraído, uma vez que inexistiria dano ao erário a ser apurado. Ora, o objeto da demanda é justamente a regularidade da destinação dada aos recursos federais repassadas. E, concluindo pela tredestinação das verbas, o dano ao erário será evidente. Tal conclusão só poderá ser alcançada através da instrução processual. Há, portanto, no caso, claro interesse de agir do Ministério Público Federal, pois resta atendido o binômio utilidade-necessidade com a propositura da presente ação de improbidade. Logo, a presente preliminar levantada deve, de igual forma, ser rejeitada. 

2.4. Do Mérito 

Cumpre observar, inicialmente, que a Constituição Federal de 1988 traça em seu art. 37, § 4º os contornos da punibilidade daquele que incorrer em ato de improbidade administrativa, estabelecendo as sanções a que está sujeito, sem prejuízo da responsabilidade penal porventura cabível. Configura-se como ato de improbidade administrativa aquele atentatório da probidade e moralidade administrativas resguardados pelo art. 37, caput, da Constituição Federal, seja ele doloso ou culposo, praticado por agente público ou quem de qualquer forma concorrer para a realização da conduta que venha a acarretar enriquecimento ilícito, lesão ao patrimônio das pessoas jurídicas mencionadas no art. 1º da Lei 8.429/92, ou ainda que viole os princípios da Administração Pública, consoante rezam os arts. 9º, 10º e 11º do referido diploma legal. Há que se registrar que a ação de improbidade é dotada legalmente de procedimento especial voltado tanto para a proteção do status dignitatis do réu, uma vez que dotada de caráter "penal", bem como para a proteção do interesse coletivo de observância dos princípios que regem a Administração Pública, mormente no que tange à obrigatoriedade do agente público de pautar a sua conduta nos preceitos éticos da moralidade e probidade. Desta feita, faz-se mister, para seu conhecimento e apreciação, a averiguação do preenchimento, ou não, das condições de admissibilidade. Devem, assim, estar presentes os requisitos dos arts. 282 e 283 do CPC, dando-se especial relevo às condições especiais da ação e aos pressupostos processuais, além dos requisitos específicos atinentes ao processamento da ação de improbidade administrativa, isto é, a existência de justa causa, ou seja, indícios de que ocorreram os fatos narrados na inicial. No que diz respeito ao disposto nos arts. 282 e 283, do CPC, verifica-se que tais mandamentos legais foram devidamente observados pelo Parquet Federal, haja vista a inexistência de vícios passíveis de emenda no concernente aos requisitos formais. Prosseguindo a análise em questão, passo ao exame da presença das condições da ação, isto é, a legitimidade ad causam, a possibilidade jurídica e o interesse de agir. De fato, restou devidamente comprovada a legitimidade ativa do MPF para propor a presente ação, por constituir atribuição sua, consoante dispõem os art. 129, II e IX, da Constituição Federal, o art. 6º, XIV, f, da Lei Complementar 75/1993 e o art. 7º da Lei 8.429/1992. A possibilidade jurídica do pedido também se encontra devidamente demonstrada haja vista a inexistência de previsão legislativa que torne inviável o pedido. Arrematando as condições da ação, verifico que há, no caso, interesse de agir do Ministério Público Federal uma vez que atendido o binômio utilidade-necessidade com a propositura da presente ação de improbidade. Passando à análise dos pressupostos processuais atende a presente ação às exigências da capacidade de ser parte, da propositura diante de órgão investido de jurisdição e de existência de demanda. Para o recebimento da inicial, há que se perquirir acerca da presença do elemento especial da ação de improbidade administrativa, qual seja: a justa causa. A justa causa consiste em um lastro probatório mínimo (e não categórico ou incontestável) no sentido de que existem indícios de que ocorreram os fatos narrados na causa de pedir da demanda, caracterizadores da improbidade administrativa. No particular, a parte autora instruiu a inicial com documentação apta a fundamentar suas alegações. Importa ressaltar que, diante dos elementos de prova em contrário, será necessário o enfrentamento da fase instrutória, por meio do prosseguimento da ação, para apuração e formação segura de juízo de valor acerca das irregularidades narradas pelo Ministério Público Federal. Assim, existe a justa causa para a propositura da ação de improbidade administrativa na medida em que há indícios suficientes e não infirmados até então para o recebimento da inicial, fazendo-se necessário proceder a instrução probatória de forma a perquirir acerca da veracidade ou não das alegações do MPF. Portanto, a justa causa para o recebimento da inicial encontra-se devidamente demonstrada, pelo que se reputa pertinente o avanço da marcha processual em face da alta probabilidade de os fatos representarem uma possível lesão ao erário/infração a princípios da administração pública, através da aplicação dos recursos liberados para o fomento da educação municipal em eventos diversos. Ainda que os réus sustentem a aplicação da verba para fins públicos e não particulares, tal justificativa não possui o condão de isentá-los de eventual responsabilidade, pelo menos em sede de cognição sumária. Como é sabido, o administrador público atua com base no princípio da estrita legalidade, não tendo liberdade ampla e irrestrita de aplicar recursos financeiros vinculados mediante um juízo de conveniência e oportunidade. Assim, os fatos imputados na inicial não foram infirmados pelas argumentações trazidas pelos demandados em suas defesas iniciais de forma que a solução mais segura no momento é a continuidade da marcha processual a partir do recebimento da inicial. Em outras palavras, os elementos de defesa até então apresentados não são suficientes a demonstrar a inexistência de indícios de ato ímprobo cuja autoria se apontou na inicial. Destarte, a instrução probatória que ora se faz necessária deriva do fato de que, neste momento processual, não há formação de juízo de valor, não implicando a decisão que recebe a inicial reconhecimento de culpabilidade dos demandados, mas tão somente a afirmação da necessidade de aferição de maior contexto probatório, com vistas a obter esclarecimentos acerca da inocência, ou não, dos envolvidos. Registre-se que só poderia ocorrer o não recebimento da inicial em situações na quais a falta de justa causa seja evidente, bem como haja liquidez e certeza quanto à inocorrência de conduta praticada com culpa lato sensu. Com efeito, o art. 17, §8º, da Lei 8.429/92 - Lei de Improbidade Administrativa (LIA) encerra a previsão de que o juiz "rejeitará a ação, se convencido da inexistência do ato de improbidade, da improcedência da ação ou da inadequação da via eleita". Nenhuma dessas hipóteses se afigura presente no caso em comento, porquanto a conduta descrita na exordial pelo MPF, a saber, a conduta repreensível cometida pelo demandado, que deve observar os princípios norteadores da Administração Pública, amolda-se às previsões constantes da Lei de Improbidade. Importa registrar ainda ser assente na jurisprudência pátria o entendimento de que havendo dúvidas quanto à existência dos indícios da prática de ato de improbidade apontados na inicial deva o feito prosseguir rumo a formação segura de um juízo exauriente sobre os fatos narrados. Portanto, inexistindo causa para afastar de plano tais indícios, caberá a verificação da sua ocorrência, em concreto durante a marcha processual. Quanto à improcedência da ação, também não é possível de ser admitida, de plano. Deveras, o acervo documental que respaldou a atuação ministerial contém elementos indiciários da procedência do pleito, que, no entanto, pode ser tanto confirmada como infirmada, após a instrução processual. Por todas, tem-se como necessária a continuidade da tramitação do feito a partir do recebimento da inicial. 

3. Dispositivo 

Ante o exposto, RECEBO A INICIAL, nos termos do art. 17, §9º, da Lei 8.429/92. CITEM-SE os réus para, querendo, oferecerem contestação no prazo legal, oportunidade em que deverão se manifestar, justificadamente, acerca do seu interesse em produzir provas, apresentando, se for o caso, rol de testemunhas a serem inquiridas por este Juízo. 

Intimem-se. 

Expedientes necessários. 

Iguatu/CE, 07 de outubro de 2015. 

LUCAS MARIANO CUNHA ARAGÃO DE ALBUQUERQUE 
Juiz Federal da 17ª Vara/SJCE, respondendo pela 25ª Vara/SJCE. 
(Ato Nº 754/CR, de 25 de setembro de 2015) 
JUSTIÇA FEDERAL TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIÃO SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DO CEARÁ 25. ª VARA - SUBSEÇÃO DE IGUATU/CE

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Apelo Urgente: Blog do Lindomar Rodrigues quer apoio dos representantes do povo de Acopiara para ajudar o município neste momento de seca

O município de Acopiara situado na região centro sul do Ceará enfrenta uma das piores secas de todos os tempos, inclusive com algumas comunidades faltando água para o consumo humano.

Diante de tamanha gravidade, apenas dois políticos têm trabalhado de forma mais incansável para tentar amenizar a situação através de perfuração de poços profundos. São eles: Dr. Vilmar (prefeito) e Dr. Sarto (deputado estadual). É bem verdade que existem algumas parcerias com os governos federal e estadual nas liberação de recursos para a viabilidade das obras.

Preocupado com a situação, o blog do Lindomar Rodrigues quer saber por ande andam os deputados estaduais e federais e senadores votados neste município nas últimas eleições.

O prefeito Dr. Vilmar e o deputado estadual Dr. Sarto, sozinhos, não podem resolver os problemas que são muitos.

Está mais do que na hora desses representantes mostrarem a cara sob pena de ficar provado que esses políticos vieram aqui apenas para comprar os votos dos eleitores e foram embora sem o compromisso de trazer benefícios.

Os políticos que contribuírem com o povo de Acopiara neste momento difícil serão devidamente reconhecidos como verdadeiros e legítimos representantes do povo nos seus cargos e terão os seu nomes divulgados como tal.

Os políticos que não contribuírem serão considerados pelo blog e pelo povo da Terra do Lavrador como Persona Non Grata. Após 30 dias será apresentada uma nota de repúdio no blog com os nomes destes.

O blog do Lindomar Rodrigues que conta atualmente com mais de 300 mil acessos/mês sendo um dos mais acessados no Ceará e no Brasil vai enviar emails e fax para cada um dos representantes para que nenhum posso alegar posteriormente que não tomou conhecimento da solicitação e da situação difícil que se encontra a cidade de Acopiara. Cada um pode ficar a vontade em relação a quantidade de poços profundos que deseja liberar. 

Os contatos poderão ser feitos com o blog através dos telefones: 88-99641-1469 / 3565-1236 ou através do email: lindomarlider2006@yahoo.com.br

Confira a relação dos representantes eleitos com votos dos acopiarenses para a Assembleia Legislativa do Ceará e para o Congresso Federal. Veja o número de votos obtidos por cada um nas eleições.

Senadores:

Eunício Oliveira - 14.807 (votos) - eleito em 2010
José Pimentel - 11.101 (votos) - eleito em 2010
Tasso Jereissati: - 12.612 (votos) - eleito em 2014

Deputados Estaduais:

Aderlânia Noronha - 2.051 (votos)
Agenor Neto - 1.042 (votos)
Mirian Sobreira - 517 (votos)
Moisés Braz - 288 (votos)
Dra. Silvana - 205 (votos)
Nizo Costa - 194 (votos)
Carlos Matos - 186 (votos)
Capitão Wágner -176 (votos)
Dr. Leonardo Pinheiro - 147 (votos)
João Jaime - 109 (votos)

Deputados Federais

Gorete Pereira - 3.918 (votos)
Odorico - 3.598 (votos)
Genecias Noronha - 1.820 (votos)
André Figueiredo - 928 (votos)
José Guimarães - 729 (votos)
Aníbal Gomes- 444 (votos)
Raimundo Matos - 292 (votos)
Dr. Jaziel - 279 (votos)
Chico Lopes - 259 (votos)
Ronaldo Martins - 238 (votos)
José Airton - 207 (votos)
Luizianne Lins - 202 (votos)
Moroni Torgan- 185 (votos)
Cabo Sabino - 178 (votos)
Macedo - 145 (votos)
Adail Carneiro - 134 (votos)
Leonidas Cristino -124 (votos)
Domingos Neto - 102 (votos)
Moses Rodrigues - 92 (votos)
Danilo Forte - 61 (votos)
Antonio Balhmann - 38 (votos)
Vitor Valim - 33 (votos)

sábado, 5 de setembro de 2015

"CPI do Laranja" será aberta na Câmara Municipal de Acopiara para investigar o ex-prefeito Antonio Almeida Neto e um suposto empresário laranja ligado a ele, Murilo Braga. Muito dinheiro público pode ter sido desviado por esta dupla

A Câmara Municipal de Acopiara vai instalar a "CPI do Laranja" para investigar o ex-prefeito de Acopiara, Antonio Almeida Neto e um empresário ligado a ele, Murilo Braga, envolvido com furtos e falcatruas em Iguatu e Acopiara. 

Os dois são protagonistas de um verdadeiro escândalo que promete vir à tona nos próximos dias a partir desta CPI. 

Recursos públicos da Prefeitura de Acopiara podem ter sido mal utilizados e desviados em obras de responsabilidade da ex-administração. Existe a possibilidade de uma rede fraudadores que atuava em  parceria com o ex-gestor para desviar o dinheiro do povo.

Uma vasta documentação de posse do grupo de vereadores situação liga o ex-prefeito de Acopiara a um empresário (laranja) que possivelmente desviava recursos públicos. 

A "CPI do Laranja" deve receber a assinatura de pelo menos oito vereadores dos quinze existentes no parlamentar acopiarense. Outras obras e possíveis desvios de dinheiro do povo podem ser investigados por esta comissão que será aberta na Câmara Municipal de Acopiara. 

Em tempo

Caso a Comissão Parlamentar de Inquérito chegue a conclusão de que houve desvio de recursos públicos envolvendo o ex-prefeito Antonio Almeida Neto e o suposto empresário laranja, Murilo Braga, é possível que seja pedida a prisão dos dois, inclusive com a exigência de devolução de recursos públicos. 

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Urgente: blog descobre plano diabólico arquitetado contra o prefeito de Acopiara, Dr. Vilmar

Como o blog já havia antecipado (imagem abaixo), o empresário Murilo Braga, velho conhecido do povo de Iguatu por conta de furto e outras irregularidades se reuniu semana passada com o ex-prefeito de Acopiara para arquitetar um plano diabólico contra o atual prefeito Dr. Vilmar. 

Conforme informações apuradas pelo blog (imagem abaixo), o plano arquitetado pelo ex-gestor, obrigava o empresário Murilo Braga a gravar uma matéria para a sua rádio na tentativa de incriminar o atual prefeito com atitudes ilícitas. O agravante nesta história, é que realmente a gravação foi feita e divulgada como o blog já havia antecipado. 

Outra informação que foi apurada pelo blog (imagem abaixo) estava relacionada a abertura de uma CPI na Câmara de Vereadores para investigar o atual prefeito num crime que não existiu, ou seja, a ideia do ex-gestor seria afastar todas as possibilidades de inclui-lo como mandante do furto das tesouras de ferro ocorrido recentemente do Galpão dos Feirantes, obra de sua administração. 

O plano diabólico chegou ao final na sessão de hoje (31) na Câmara Municipal. Pois não é que o vereador Will Almeida, apresentou a pedido do tio, um requerimento pedindo a abertura de uma CPI para investigar a denúncia feita por Murilo Braga. Tudo como o blog já havia antecipado. Veja abaixo: Vale salientar que Murilo Braga já é um velho conhecido do povo de Iguatu por furto e outras irregularidades. 
Ele e o ex-prefeito de Acopiara estão juntos neste plano mesquinho e que cai por terra levando-se em consideração a conduta dos dois. O plano foi descoberto pelo blog graças a uma fonte ligada ao ex-gestor.  

Em tempo 

Recentemente, Murilo Braga furtou uma carrada de armações de ferro pertencente a Prefeitura de Acopiara. Naquela oportunidade, Murilo Braga teria dito para os advogados do município que pegou o material a mando do ex-prefeito em troca de dívidas com o mesmo. Estranhamente, o empresário mudou o discurso neste encontro que teve recentemente com o ex. É claro que o caso vai parar na Justiça.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

PPE divulga a lista dos melhores prefeitos do Ceará, dentre eles, Dr. Vilmar, de Acopiara

O prefeito de Acopiara, Dr. Vilmar Florentino, está entre os 35 melhores prefeitos do Estado do Ceará, edição 2014/2015, graças aos avanços significativos de sua administração em prol da população acopiarense. 

A escolha foi feita por uma Comissão com 33 componentes, dentre eles, Irapuan Aguiar, Lindoldo Cordeiro Filho, da Assembleia Legislativa, jornalista Kelly Castro, do setor de comunicação do TCE, Tribunal de Contas do Estado, Leonardo Farias, jornalista Antônio Viana e mais 61.928 votos consignados pela internet. 

Uma data será agendada para a entrega de comendas aos melhores prefeitos em solenidade promovida pela PPE - Publicidade, Promoções e Eventos, capitaneada pelos empresários Roberto Cavalcante Farias e Leonardo Farias. 

Da lista fazem parte municípios bem conhecidos pela postura de seus administradores, sempre considerados bons gestores como é o caso de: 

Acopiara, Brejo Santo, Tauá, Camocim, Fortaleza, Granja, Palhano, Aracoiaba, Horizonte Maranguape, Milagres, Morada Nova, Sobral, Caririaçu, Novo Oriente, Quixeramobim, Reriutaba, Orós, Mombaça, Parambu, Boa Viagem, Chaval, Solonópole, Cedro, Maracanaú, São Gonçalo do Amarante, Várzea Alegre, Viçosa do Ceará, Jaguaribe, Russas, Massapê, Iguatu, Piquet Carneiro, Uruburetama e Caucaia.